A nossa vida é permeada de decisões, que geralmente classificamos como fáceis, difíceis e que procuramos evitar. Tomar decisões geralmente assusta porque não temos total domínio de suas consequências. O aclamado escritor e palestrante motivacional norte-americano Anthony Robbins resume em uma frase o drama de um processo decisório: “É nos momentos de decisão que seu destino é decidido”. Embora possa soar estranhamente redundante, a citação é plenamente verdadeira.

Fato é que ninguém é feliz protelando uma decisão que sabe que precisa ser tomada ou decidindo algo contrário aos seus desejos apenas para agradar aos outros. Mas, infelizmente, muitas vezes acabamos fazendo uma coisa ou outra.

Toda tomada de decisão envolve perdas e ganhos, mas equacionar o custo-benefício de nossas resoluções é um bocado difícil. Temos que escolher uma opção entre várias alternativas e o receio de descartar a correta nos aflige profundamente.

Para que possamos fugir a eventuais impasses, um bom começo é analisar dois aspectos factuais e dois aspectos pessoais de nossas escolhas. Os factuais abrangem a conveniência e a oportunidade das decisões em si, enquanto os pessoais correspondem à nossa cadeia de valores e nosso poder de resiliência.

Podemos, por exemplo, ter certeza de que é conveniente mudar de emprego, mas o momento pode não ser o mais oportuno. Antes de “pedir as contas” talvez tenhamos que acumular recursos suficientes para nos mantermos por um período mais ou menos longo. Isso significa que uma decisão difícil pode ser tomada mediante planejamento, não precisa ser resultado de um impulso. Ela pode ser tomada por etapas e da forma que nos seja mais segura e confortável. O perigo, contudo, é que a espera pelo momento oportuno acabe levando a uma situação de procrastinação, mas, nesse caso, entram em cena os aspectos pessoais de nossas decisões.

Nossos valores são parte essencial de nossa personalidade e se protelamos escolhas ou nos vemos forçados a escolher por algo que nos afaste deles, sentimos profunda angustia. Por isso, adiar decisões ou fazer resoluções casuísticas inevitavelmente nos leva ao sofrimento. Tenha a coragem de ser resoluto, pois assim como “depois da tempestade vem a bonança”, depois do medo e da mudança, vem a serenidade e a paz de espírito.

É nesse ponto também que entra nosso poder de resiliência, que é nossa capacidade de nos adaptarmos e aprendermos com nossos erros. É ela que nos ajudará a conquistar a serenidade e a paz de espírito, mesmo que nossa decisão nos leve ao fracasso. O resiliente está sempre em busca de um recomeço e não vivencia o arrependimento, pois, ao invés de sofrer pela falta praticada, ele a transforma em ensinamento.

Importante é ter consciência de que nossas decisões são o que nos move para frente, e que o futuro é feito de escolhas. Cabe apenas a você decidir se quer viver um futuro forjado em suas próprias escolhas ou com o resultado do que lhe sobrou das escolhas alheias.

2 COMENTÁRIOS

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